segunda-feira, 7 de dezembro de 2009


"Hoje por quase de um segundo o rodou para trás.
Foi as perdidas no tempo, num vento que não volta mais.
Dias azuis, noites de paz na cidade.
Dias azuis, vento que trás a saudade.
Hoje por quase um segundo o mundo parou, de rodar.
Foi um perfume no vento, alguém que chegou pra encontrar dias azuis, noites de paz na cidade.
Dias azuis, vento que trás a saudade."
As vezes a vida é plena e concreta de somente dias azuis. Completo com planos, mudanças e uma nova visão de tudo. As vezes estamos em um estado onde o tempo e inovação caminham em direção ao desconhecido, onde nós só temos nós mesmos e não podemos fazer nada para mudar isso. Nesse estado onde os desejos se confundem e se fundem com o novo do nosso novo querer. Como todos sabemos, tudo passa num instante, e em cada instante tudo mudará..mas em cada mudança vai estar um pouco de nós. O pouco então, se dissolverá em cada folha que viraremos no momentaneo instante em que a nescessidade e o desejo se esquecerem que ficou algo pra trás. Ai então que o fingimento se revoa com a compreensão que o que passou somos nós e as coisas que queremos (exclusivamente o passado) é mais "nós" do que já somos. É como diz essa letra: "Agora vai tua vida como você quer, porém não se surpreenda se uma outra mulher nascer de mim como do deserto, uma flor."

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