quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
É, a vida é mesmo concreta e feita de suposições do nosso imaginário e dos fatores que fazem dela, uma pulsação. Como diz Santaella, toda definição acabada de vida é uma espécie de morte, porque, sendo fechada, mata justo a inquietação e a curiosidade que nos impulsionam para as coisas que, vivas, palpitam e pulsam. Ela é muito mais do que fase, estado e emoção. Muito maior do que fatos e até do próprio tempo. Ela nos vence e se vence em nós, enfrentando assim nossas angustias e incorre na desigualdade de cada ciclo circunscrito em nós. E as vezes, nós mesmos, fazemos uma justaposição de fatos alaridos que se confundem e se fundem em um clichê as vezes impostos por causas sem conseqüências. Mas ela segue seu rumo, se perde e se encontra em personas atuais mas não presenciais no nosso modo de pensar. O que temos a fazer? Seguir em frente, se lembrar, se basear no posto do que já foi e conseguir fazer de outra forma. Nesta outra forma se inclui o medo e a insegurança, porque todo outro é novo, e todo novo é medo.
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Amiga, que lindo!
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